
No governo militar (1970), através da Lei 5.692/71, foi instituído que o ensino normal de nível médio fosse transformado em uma das habilidades do então 2° Grau, de caráter profissionalizante e obrigatório. Esse ciclo de reformas se estendeu para o primário e médio. Isso tudo ocorreu no Regime Militar, pois de 1969-1971, o estado não dava muita importância para a educação, de certa forma ela era abandonada. Apesar desse período ser conhecido como “estado de ferro”, a educação era uma das prioridades. Naquela época as pessoas vivam uma combinação de medo com euforia visto que em 1970 o Brasil havia conquistado pela terceira vez o campeonato mundial de futebol, a economia tava em crescimento, o governo Médici desenvolveu vários projetos, sendo eles: a construção da rodovia transamazônica, ponte Rio - Niterói, colocou o MOBRAL para funcionar e consequentemente tem-se a reforma do ensino primário e médio, que apresenta dois pontos fundamentais: extensão da escolaridade obrigatória com a junção do primário com o ginásio; generalização do ensino profissionalizante, isso devido à economia estar crescendo. A população estava “desqualificada”, pois os operários estavam desprovidos de tudo: tanto do saber, quanto do poder sobre a produção. Entretanto a idéia de profissionalização prevista fracassou, contrariando as idéias iniciais.
Motivos: custo por apenas um aluno às vezes chegava a ser 60% maior que o secundário; Essa decisão contrariava as tendências que ocorriam em outros países. Segundo o Banco Mundial, indústrias e empresas exigiam formação em Matemática, Língua e Ciência, mesmo que fosse básica e não um curso profissionalizante; Na prática não foi implantada efetivamente na maioria das escolas de rede pública, contrariando a Lei 5.692/71.
Essa reforma educacional foi perversa para o 2º grau público, pois destruiu o caráter propedêutico, sobrecarregou as escolas técnicas federais, enfraqueceu a rede pública e fortaleceu a rede privada, o momento em que esta assumiu efetivamente a função de preparar os vestibulandos, visando o ingresso na Universidade.
Motivos: custo por apenas um aluno às vezes chegava a ser 60% maior que o secundário; Essa decisão contrariava as tendências que ocorriam em outros países. Segundo o Banco Mundial, indústrias e empresas exigiam formação em Matemática, Língua e Ciência, mesmo que fosse básica e não um curso profissionalizante; Na prática não foi implantada efetivamente na maioria das escolas de rede pública, contrariando a Lei 5.692/71.
Essa reforma educacional foi perversa para o 2º grau público, pois destruiu o caráter propedêutico, sobrecarregou as escolas técnicas federais, enfraqueceu a rede pública e fortaleceu a rede privada, o momento em que esta assumiu efetivamente a função de preparar os vestibulandos, visando o ingresso na Universidade.
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